" ...sou finalmente, completamente, um estrangeiro. Posso agora conjugar-me no plural, dizer nós. Somos todos estrangeiros, sois todos estrangeiros, são todos estrangeiros. Não há nada a fazer a não ser descobrir esse estrangeiro que há na gente." (Ivan Lessa, Somos todos estrangeiros, 95-96).
Sabemos nossos sentimentos, pensamentos e a razão por nossas ações. Ivan Lessa suje um ponto interessante: cada pessoa no mundo é um estrangeiro. Como podemos dizer que conhecemos alguém sem saber os motivos dele, ou os pensamentos, a única maneira de fazer isto será lhe-perguntar mas pode ser que ele mentiria a ti. A única pessoa que podemos conhecer é nós mesmos e muitas vezes passamos a vida inteira buscando a achar quem nós somos, ou seja nosso propósito na vida. Como podemos conhecer alguém que nem se conhece ou nem sabe seu propósito.
"gente simples, ingênua e feliz às vezes provoca essas reações bobas" (Danuza Leão, Um casal feliz, 97).
Amei esta crônica. Sou uma recém casada então sinto assim, que tudo é visto pelos óculos da cor rosa. A transição de ser solteiro a ser num companheirismo é algo divertido e animado. O casal nesta crônica é tão fofa porque numa decisão simples consultaram o outro lado do casal. Dinheiro não sobra muitas vezes no início do casamento, tem que guardar cada centavo que ganha então um compro de um echarpe tem que ser discutido entre os dois. Esse sentimento de felicidade e tanto amor entre o casal deixa o leitor mais feliz por eles e o leitor se lembra quando sentiu o amor de uma outra pessoa pela primeira vez.
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