Thursday, November 3, 2016

Da minha redação


A linguagem coloquial chama muita atenção para si e o autor explica que “A vida não me chegava pelos jornais nem pelos livros/ Vinha da boca do povo na língua errada do povo/ língua certa do povo/ Porque ele é que fala gostoso o português do Brasil” (187).  No Nordeste do Brasil o povo não usa uma linguagem lusíada nem formal, então o autor disse que a vida chegou para ele pela boca das pessoas que usam uma “língua errada”.  A linguagem serve para expressar e passar idéias para os outros, se uma outra pessoa lhe entende significa que aquela que estava expressando a idéia está falando certo porque a outra entendeu a idéia neste sentido o povo que fala “errado” ainda fala “certo” porque está conseguindo espalhar idéias para outros.  Uma antítese está sendo usada para apresentar que mesmo o povo está falando errado em comparação os Portugueses, mas em Recife o povo está falando corretamente demonstrando a liberdade que Recife tem, sendo distinto dos Portugueses e do resto do Brasil.  O uso de vocabulário coloquial ajuda o leitor ler este poema rapidamente e com facilidade auxiliando a disseminação de idéias, opiniões, e conceitos de liberdade.  A peça é escrita de memória sobre a juventude do autor, a mocidade dele representa liberdade.  Ele estava livre para ir e fazer tudo que ele quis sem precisar se preocupar com as consequências. 

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